Armadilhas
da clareza
Depois de quase dois anos de muita pesquisa, entrevistas, escrita e desenhos, eu e Manu (minha filha, que é linguista) acabamos de concluir o livro Armadilhas da clareza: desafios da criatividade em tempos de automação radical.
Durante todo o processo, nosso objetivo foi entender os impactos dos sistemas de automação nas nossas vidas e responder a uma pergunta fundamental: como usar a tecnologia sem abrir mão da capacidade de construir nossos próprios caminhos? Levantamos dados e estruturamos uma reflexão que celebra o processo de aprendizagem, o valor da experimentação e a urgência de cultivarmos a criatividade como a principal ferramenta de adaptação para a complexidade atual do mercado de trabalho e da vida em sociedade. A gestão editorial da obra ficou a cargo da Editora Gryphus, que apostou no projeto sem hesitar assim que leu o primeiro manuscrito.
Delegar o pensamento para as máquinas tem um custo invisível. É como musculação: se você não faz, com o tempo, perde massa muscular; se você para de pensar por conta própria, também acaba perdendo autonomia. Avançar tecnologicamente não significa nada se a gente regredir em pensamento crítico e discernimento.
Resumindo, a obra é, ao mesmo tempo, uma convocação à tomada de consciência e um manual de instruções para lidar de maneira inspiradora com o mundo ao redor.
É claro que sou suspeito para falar, mas acho que o resultado ficou incrível.
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